Relatividade
12.08.25, MM
Observo tudo à mesma distância Bom Jesus, Sameiro, a lua E no ar sinto a mesma fragrância Do teu perfume Que em mim acende este lume Desejo insano de te deixar nua De alma despida De corpo desnudado Dançando de forma atrevida Envolvências entre o profano e sagrado Observo tudo à mesma distância Entre a relatividade e a saudade Ilusões de proximidade Fantasia Quimera E quem me dera Que a distância não fosse uma utopia Observo o infinito Vejo, mas não o (...)



