Quando me perco no teu olhar
02.10.25, MM
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No encanto que me encanta
Quem um dia me fez encantar
Perco-me no canto
Que a minha alma canta
Quando me perco no teu olhar
São versos, são prosas
Sílabas libidinosas
Escritas em ancestrais ardósias
Mas poeta não posso ser
Sem a minha musa de inspiração
E eu quero o bater do coração
As arritmias, as fantasias
A pele arrepiada
Sedenta do teu beijo
Poesias líricas
Doce arpejo
Melodias desgovernadas
Nas entrelinhas do teu corpo
Que o meu corpo anseia tocar
Mas vivo no sufoco que a minha alma enfrenta
De tanto te querer
Mas a coragem, essa, não tenta
Quando me perco no teu olhar