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Fragmentos de Miguel Moreno

recordações, paixões, aventuras de quem já viajou por todo o país... a vida é bela

Por vezes... o amor

15.02.21, MM

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Por vezes... o amor

 

Por vezes é uma questão de semântica

De encarar o sentimento de forma romântica

Por vezes é um “clichê” outras “um não sei quê”

Um estatuto escondendo uma vida amargurada

Lagrimas perdidas de quem não encontra a madrugada

 

Por vezes é um fogo que arde na paixão

Píncaros de felicidade que aquecem o coração

Desejos partilhados numa vida em harmonia

Corpos que se entranham em perfeita sintonia

 

Por vezes o amor vive no abstrato

Paixões intensas vividas em celibato

Almas que se encontram ao anoitecer

Corpos estremecidos em noites de prazer

 

Por vezes são meros amores proibidos, escondidos

Mas que transbordam de felicidade, de verdade

Que quando partem deixam saudade

 

Por vezes… simplesmente pode acontecer

Sentir aquele arrepio mesmo sem querer

Esbarrar na pessoa que nos fará renascer

 

Talvez seja essa a beleza da vida, do amor

Um toque, um olhar, um sorriso, uma flor

Sentimentos que nos fazem esvoaçar

De junto da pessoa amada querer acordar

 

Poesia XIX- Musa de Inspiração

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