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Fragmentos de Miguel Moreno

recordações, paixões, aventuras de quem já viajou por todo o país... a vida é bela

Luta!

27.11.25, MM

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Nasci do fogo que inventou o mar

Portas abertas deixem o vento passar

São memórias que se tornaram eternas

Triste ternura no olhar

Oh mãe há tantas estrelas lá fora

Mas eu não as consigo contar! 

 

Nasci da calmaria da tempestade 

Trovões que nos querem assustar 

Mas o medo, esse, não pode derrubar 

As asas de quem saboreia a liberdade 

Voa voa, borboleta voa

Leva os teus sonhos mais além 

Porque haverá sempre um fdp

Que se acha mais que alguém 

 

Nasci forjado entre o céu e o inferno

Tatuado à nascença para morrer

Morre o corpo mas a alma fica

Esquecida, enlouquecida

Por quem se deixa entorpecer

Mas o sangue que em mim corre

Não coagula, escorre

Sou filho da luta

Não sou fdp

Eu nasci para vencer