Luta!
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Nasci do fogo que inventou o mar
Portas abertas deixem o vento passar
São memórias que se tornaram eternas
Triste ternura no olhar
Oh mãe há tantas estrelas lá fora
Mas eu não as consigo contar!
Nasci da calmaria da tempestade
Trovões que nos querem assustar
Mas o medo, esse, não pode derrubar
As asas de quem saboreia a liberdade
Voa voa, borboleta voa
Leva os teus sonhos mais além
Porque haverá sempre um fdp
Que se acha mais que alguém
Nasci forjado entre o céu e o inferno
Tatuado à nascença para morrer
Morre o corpo mas a alma fica
Esquecida, enlouquecida
Por quem se deixa entorpecer
Mas o sangue que em mim corre
Não coagula, escorre
Sou filho da luta
Não sou fdp
Eu nasci para vencer